Em seguida, puderam testar no quadro branco e com estranhamento, tentavam entender como a “caneta mágica” podia não desenhar no papel e sim no quadro. Ou ainda, no momento em que escolhiam as cores, entre um toque e outro, olhavam para suas mãos na tentativa de achar algum risco colorido.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
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